Os anjos: existem? Existem os bons e os maus? Temos anjos da guarda?

Afirma o Catecismo da Igreja Católica: “A existência de seres espirituais, não corpórea, que a Sagrada Escritura chama anjos, é uma verdade de fé”: tanto no Antigo quanto no Novo Testamento (N.T), há diversas menções a estes entes, que seriam intermediários entre Deus e os homens. No entanto, criados como criaturas boas, alguns se rebelaram e se afastaram de Deus pelo pecado da soberba e já no A.T, surge a divisão entre os anjos bons e os maus, adversários dos homens.
O teólogo Dionísio Areopagita fez um levantamento de todos os nomes de anjos mencionados no A.T: serafins, querubins, tronos, dominações, potestades, principados, arcanjos, virtudes e anjos em sentido estrito.
No N.T, também é freqüente a presença dos anjos, arautos de Deus: acompanham a mensagem da Boa-Nova à família de João Batista, anunciam a Maria sua divina maternidade, estão junto a Cristo após as tentações, na agonia, na ressurreição e na ascensão. Mas também aparecem os maus, chamados Belzebu, Satanás, Belial e fontes de tentações e divisões.
Os anjos são ministros de Deus para a glória do Criador e salvação dos homens. Desde sempre, crêem os cristãos, que cada ser humano tem seu anjo da guarda, conforme Mt 18,10. São celebrados na festa dos Santos Anjos, dia 2 de outubro. A ele, nosso anjo da guarda, cabe nos velar, proteger e defender, indicando-nos o caminho do bem e preservando-nos do mal, tanto no campo espiritual, quanto na vida cotidiana.

Voltar ao Índice das Curiosidades