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Estimados paroquianos,
Com muita alegria quero agradecer as orações, a celebração dos meus 45 anos de sacerdócio e tudo o que foi preparado. Os coroinhas leram na missa de 16/09 uma mensagem que muito me calou e foi importante para mim. Faço dela a “Mensagem do pároco” desse mês; já que outubro é o mês das missões, tem sentido. A cada um desses jovens, das pessoas que vêm a essa igreja tão missionária, àqueles que testemunham a fé em Jesus Cristo, mais uma vez, muito obrigado! (Pe. José Roberto Devellard, Pároco)

“45 anos não são 45 segundos, horas ou dias. São anos de dedicação e amor. E nós, coroinhas, pudemos receber seu amor. Mas antes de começar a agradecer, queríamos falar sobre a Lua. Sim, a Lua. Essa que tem diferentes fases, momentos, cores... Vamos começar pela sua iluminação... A Lua não tem luz própria, reflete a do Sol, por isso podemos vê-la. Já suas fases acontecem por seu alinhamento em relação à Terra e ao Sol, e isso é um ciclo. Temos a Lua nova, a crescente, a cheia e a minguante. Ela é o satélite natural da Terra, o que quer dizer que é um corpo celeste que orbita ao redor de outro corpo celeste maior. Mas agora você deve estar se perguntando por que falar da Lua? Porque nosso grupo de coroinhas se assemelha a ela. Já tivemos fases em que estávamos como a Lua nova, com apenas 3 ou 4 coroinhas aqui na matriz. Faltava gente para ajudar os padres, nossos ‘corpos celestes’ maiores. As procissões não eram tão cheias de nós, o altar também não, mas nem por isso o senhor [Pe. José Roberto] diminuiu seu amor pelo grupo. Tivemos a fase crescente, na qual mais jovens entraram no grupo, e era notória a participação nas missas, a ajuda aos padres e a presença mais robusta nas procissões. E agora, graças ao bom Deus, estamos na fase cheia! Lembro também que o senhor começou sua caminhada na igreja como coroinha. E do seu grupo daquele tempo, sei que guarda muitas histórias e lembranças, assim como nós que lembramos diversos momentos com o senhor e nosso grupo. Hoje, temos mais de 120 coroinhas na paróquia, que entendem o significado de grupo, amor e respeito à Igreja, nosso universo nessa analogia astrológica. Mas, agora, voltando à Terra e colocando os pés no chão, obrigada, padre, por exercer com tanto amor a função de pai. Obrigada por toda ajuda e carinho com esse grupo. Obrigada pelos passeios à Bacaxá, pelas antigas idas à missa na TV, pelos almoços e lanches deliciosos, pelas boas e crocantes batatas chips que não podem faltar. Obrigada, por acreditar que nós, jovens, podemos ser melhores, podemos ser mais do que nos oferecem e, principalmente, obrigada por existir em nossas vidas. Saiba que suas ‘luas’ estarão sempre aqui para o que precisar. Te amamos, Pe. José Roberto!”
(Jennifer Pompilio, 23 anos)

(set./2018)